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Deadlift record de 303 kg de Michael Slabic marca novo marco no powerlifting mundial

· · 3 min de leitura
Michael Slabic, concentrado, ergue uma barra carregada com discos de 20 kg, usando luvas de giz, rodeado por dois árbitros
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Deadlift de 303 kg de Michael Slabic: o que o recorde revela sobre treinamento de força

Michael Slabic levantou 303 kg em deadlift no dia 13 de junho de 2026, estabelecendo novo recorde mundial da categoria 59 kg no IPF. O feito demonstra como a combinação de técnica refinada, periodização adequada e acompanhamento profissional pode transformar um atleta junior em referência global.

  1. Posição sumo e pegada hook grip: Slabic utilizou a postura sumo, que reduz a distância entre a barra e o centro de massa, diminuindo o momento de força nos quadris. A pegada hook grip aumenta a segurança da aderência, permitindo carga máxima sem risco de deslizamento.
  2. Progressão de carga inteligente: antes de tentar o recorde, ele realizou um primeiro levantamento de 277,5 kg, já superior ao melhor de muitos concorrentes. Essa estratégia de “warm‑up” pesada segue recomendações de periodização que favorecem a ativação neuromuscular.
  3. Treinamento de força máxima: estudos como o de Martín‑Fuentes et al. (2020) mostram que variações de deadlift (convenção, sumo) recrutam intensamente glúteos, isquiotibiais e eretores da coluna, sendo cruciais para ganhos de força absoluta.
  4. Controle de volume e recuperação: Slabic competiu em apenas três tentativas, respeitando o princípio de “menos é mais” para evitar fadiga excessiva. A literatura brasileira de Santos et al. (2022) aponta que a recuperação entre sessões de alta intensidade deve ser de 48‑72 h para otimizar a síntese proteica.
  5. Monitoramento de carga e técnica: o uso de sensores de barra e vídeo‑feedback durante o treino permite correções em tempo real, reduzindo a incidência de lesões descritas por Bengtsson et al. (2018) em powerlifters.
  6. Importância do acompanhamento profissional: atletas de elite mantêm acompanhamento com fisioterapeuta e treinador pelo menos uma vez por semana, garantindo a adaptação correta dos tecidos e a prevenção de sobrecarga.
  7. Nutrição e hidratação adequadas: embora a dose de suplementos varie, a ingestão de proteína de alta qualidade (≈1,8 g/kg) e a reposição de eletrólitos são pilares para performance em provas de força.

Alimentos brasileiros que favorecem o deadlift

Uma dieta rica em proteínas de origem animal e vegetal pode sustentar o volume de treinamento necessário para levantar mais de 300 kg. A Tabela 1 traz alguns alimentos típicos e seus valores aproximados de proteína por 100 g.

AlimentoProteína (g)Carboidrato (g)Gordura (g)
Feijão preto8,962,40,5
carne de patinho magra22,502,5
ovos (cozidos)13,01,19,5
Quinoa4,464,26,1
Amendoim torrado25,816,149,2

Combinar esses alimentos ao longo do dia ajuda a manter um balanço nitrogenado positivo, essencial para hipertrofia muscular e recuperação pós‑treino.

Erros que sabotam o resultado

Mesmo atletas experientes podem comprometer o desempenho no deadlift por falhas evitáveis. A seguir, quatro armadilhas frequentes e como corrigi‑las.

  • Excesso de carga no aquecimento: iniciar com pesos muito próximos da carga máxima pode gerar fadiga precoce. A recomendação é iniciar com 50‑60 % da carga alvo e progredir gradualmente.
  • Postura inadequada da lombar: hiperextensão ou arredondamento excessivo aumenta o risco de lesão discal. Manter a coluna neutra, alinhada com o tronco, reduz o momento de torção.
  • Negligenciar a mobilidade de tornozelo: limitação de dorsiflexão impede a posição correta dos pés, deslocando o centro de gravidade. Exercícios de alongamento de gastrocnêmio e solear são essenciais.
  • Desconsiderar o descanso: treinos consecutivos sem recuperação suficiente comprometem a força explosiva. Planeje dias de descanso ativo ou técnicas de liberação miofascial.

Consultar um profissional de educação física ou fisioterapia ao menos uma vez por semana garante a correção desses pontos e maximiza o potencial de progresso.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, e não substitui orientação profissional. Consulte sempre um(a) nutricionista, médico(a) ou educador(a) físico(a) antes de adotar dietas, suplementos ou rotinas de exercício, especialmente se você tem condições de saúde preexistentes, está grávida, amamentando ou tem menos de 18 anos. Resultados individuais variam.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre deadlift sumo e convencional?
O sumo amplia a distância entre os pés, reduzindo o deslocamento da barra e exigindo mais mobilidade de quadril, enquanto o convencional foca mais nos eretores da coluna e nos isquiotibiais.
É seguro praticar deadlift com dor nas costas?
Estudos indicam que atletas com dor lombar crônica podem se beneficiar do deadlift, desde que a técnica seja supervisionada e a carga seja ajustada. Procure avaliação fisioterapêutica antes de continuar.
Quantas vezes por semana devo treinar deadlift para melhorar a força?
Para a maioria dos praticantes avançados, duas sessões semanais com foco em variações de carga (leve, moderada e pesada) são suficientes, sempre respeitando a recuperação muscular.

Fontes e pesquisas

Artigos científicos e pesquisas consultadas sobre deadlift.

🔬 Estudos internacionais (PubMed)

Estas fontes foram consultadas automaticamente. Este artigo não substitui orientação profissional.

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