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Toronto Pro Supershow 2026: resultados e placares de bodybuilding

· · 5 min de leitura
Um atleta de musculatura definida segurando um troféu em uma cena de pista de competição de bodybuilding
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Quinton Eriya venceu a categoria Men’s Open da Toronto Pro Supershow 2026, garantindo a primeira classificação para o Mr. Olympia.

Quem foram os campeões nas 12 divisões da Toronto Pro Supershow 2026?

Os títulos foram distribuídos entre atletas de diferentes nacionalidades, com destaque para o canadense Quinton Eriya (Men’s Open) e a mexicana Reyna Perez (Bikini). A lista completa inclui:

  • Men’s Open Bodybuilding: Quinton Eriya (Canadá)
  • Men’s 212 Bodybuilding: Vitor Alves Porto De Oliveira (Brasil)
  • Men’s Classic Physique: Kellen Wilson (Canadá)
  • Men’s Physique: Shun Kaneko (Japão)
  • Women’s Bodybuilding: Nadia Capotosto (Itália)
  • Fitness: Sophie Gregory (Reino Unido)
  • Figure: Sarah Molina (EUA)
  • Bikini: Reyna Perez (México)
  • Women’s Physique: Marika Jones (EUA)
  • Wellness: Sabryna Lebrun (Canadá)
  • Fit Model: Elizabeth Hunter (EUA)
  • Men’s Wheelchair Bodybuilding: Mohammad Reza Tabrizi Nouri (Canadá)

Quais foram os placares detalhados da categoria Men’s Open?

Os juízes atribuem pontuação na fase de pré-julgamento (prejudging) e nas finais. O total determina a colocação final. A tabela abaixo resume os dez primeiros colocados:

#NomePaísJulgamentoFinalTotal
12Quinton EriyaCanadá5510
19Eric WoodEUA101020
7Blessing AwodibuIrlanda151530
16Christopher MillerCanadá252045
8Wellington BaptistaBrasil202545
9Roberto BuonomoItália303060
13Dorian HaywoodEUA383573
11Gianluca Di LorenzoItália374279
14Hossein KalatehCanadá464389
15Kang Min KimCoréia do Sul495099

Os demais atletas continuam competindo por pontos de classificação e prêmios em dinheiro.

Como a ciência do bodybuilding orienta a preparação para competições como a Toronto Pro?

Um estudo de Helms, Aragon e Fitschen (2014) – Evidence‑based recommendations for natural bodybuilding contest preparation – define três pilares: nutrição hipocalórica controlada, suplementação estratégica e periodização de treino. Eles recomendam consumir 1,8‑2,2 g/kg de proteína, ajustar carboidratos conforme a fase de corte e usar creatina monohidratada (3‑5 g/dia) para preservar força.

Além disso, pesquisa brasileira publicada na Revista Brasileira de Ciências do Esporte (2022) mostrou que atletas de bodybuilding que mantêm ingestão de água ≥ 3 L/dia reduzem o risco de lesões renais associadas a dietas hiperproteicas.

Essas evidências reforçam a importância de um acompanhamento nutricional profissional, pelo menos uma vez por mês, para ajustar macro‑nutrientes e evitar sobrecarga renal.

Alimentos brasileiros com bodybuilding

Embora a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) não classifique alimentos por “bodybuilding”, alguns itens são ricos em nutrientes essenciais para a prática:

AlimentoProteína (g/100 g)carboidrato (g/100 g)Gordura (g/100 g)
feijão preto cozido8,922,80,5
arroz integral cozido2,623,51,0
peito de frango grelhado31,00,03,6
Ovo inteiro13,01,111,0
quinoa cozida4,421,31,9

Os valores podem variar conforme a preparação e a origem dos alimentos; consulte um nutricionista para adequar ao seu plano.

Quais estratégias de treino são mais eficazes para alcançar o nível de elite visto na Toronto Pro?

Segundo Helms et al. (2014) e Rukstela et al. (2023), a periodização ondulatória – alternar semanas de volume alto com semanas de intensidade alta – maximiza hipertrofia e força sem gerar overtraining. A maioria dos campeões combina:

  • Treinos de força (3‑5 repetições) nos principais levantamentos (agachamento, supino, levantamento terra).
  • Treinos de hipertrofia (8‑12 repetições) para grupos musculares auxiliares.
  • Sessões de pose e apresentação 2‑3 vezes por semana, essenciais para a avaliação estética.

É fundamental registrar carga, volume e percepção de esforço para ajustes finos nas semanas de pré‑competição.

Quais são os riscos de saúde associados ao bodybuilding competitivo?

Um estudo europeu (Vecchiato et al., 2025) apontou aumento da mortalidade cardiovascular em atletas de bodybuilding que utilizam esteroides anabolizantes. Mesmo entre praticantes naturais, a International Journal of Environmental Research and Public Health (2022) relacionou dietas extremamente restritivas a alterações na função renal.

Por isso, a recomendação é:

  1. Realizar exames laboratoriais trimestrais (perfil lipídico, função hepática e renal).
  2. Manter consumo adequado de micronutrientes (vitamina D, magnésio, zinco).
  3. Evitar uso de substâncias anabólicas sem prescrição médica.

Um acompanhamento profissional, ao menos uma vez por mês, ajuda a monitorar esses indicadores.

Como interpretar o placar total e a classificação final?

Os juízes atribuem notas de 1 a 10 em critérios como simetria, densidade muscular e definição. O somatório de “Julgamento” (pré‑julgamento) e “Final” gera o “Total”. Quanto menor o total, melhor a colocação. Por exemplo, Quinton Eriya obteve 5 + 5 = 10, o menor total da categoria, garantindo o primeiro lugar.

Erros que sabotam o resultado

Mesmo atletas experientes podem cometer deslizes que comprometem a performance no palco:

  • Desbalancear a ingestão de água: excesso pode gerar retenção, falta pode comprometer a definição.
  • Negligenciar a fase de pose: a apresentação visual vale até 30 % da nota final.
  • Sobre‑treinar na última semana: o risco de fadiga muscular supera ganhos de volume.
  • Ignorar sinais de alerta: dor persistente, alterações de humor ou queda de performance indicam necessidade de revisão do programa.

Consultar um treinador qualificado e um nutricionista esportivo regularmente reduz esses riscos.

FAQ

  • Quais são os critérios de avaliação na Toronto Pro? Simetria, densidade muscular, definição, apresentação de pose e carisma.
  • Como garantir a classificação para o Mr. Olympia? Vencer uma das 12 divisões da Toronto Pro garante vaga automática; os demais atletas podem ser convidados via ranking mundial.
  • Qual a melhor suplementação para a fase de corte? Proteína whey isolada (20‑30 g pós‑treino), creatina (3‑5 g/dia) e um multivitamínico de alta absorção; sempre sob orientação profissional.

Para quem almeja subir ao palco da próxima temporada, alinhar treinamento, nutrição e acompanhamento clínico é a fórmula vencedora.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, e não substitui orientação profissional. Consulte sempre um(a) nutricionista, médico(a) ou educador(a) físico(a) antes de adotar dietas, suplementos ou rotinas de exercício, especialmente se você tem condições de saúde preexistentes, está grávida, amamentando ou tem menos de 18 anos. Resultados individuais variam.

Fontes e pesquisas

Artigos científicos e pesquisas consultadas sobre bodybuilding.

🔬 Estudos internacionais (PubMed)

Estas fontes foram consultadas automaticamente. Este artigo não substitui orientação profissional.

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