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Steak: cortes, preparo e benefícios segundo pesquisas recentes

· · 3 min de leitura
Um corte magro de steak gordo de filete Mignon, cozido a alta temperatura por alguns minutos, sobre uma mesa de madeira
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TL;DR: Escolha cortes magros de steak, sele-os em alta temperatura por poucos minutos e consuma com moderação; isso preserva nutrientes, melhora a textura e reduz risco de contaminação, conforme estudos científicos.

Qual corte de steak é mais indicado para quem busca saúde?

Entre os cortes mais populares no Brasil – filé mignon, alcatra, contra‑filé e picanha – o filé mignon apresenta menor teor de gordura intramuscular, sendo a opção mais magra. A Tabela 1 resume a composição nutricional dos principais cortes, baseada na Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO).

CorteProteína (g/100 g)Gordura total (g/100 g)Calorias (kcal/100 g)
Filé mignon22,54,5140
Alcatra21,87,2170
Contra‑filé21,08,5190
Picanha20,512,0230

Para quem controla a ingestão calórica ou busca reduzir o consumo de gorduras saturadas, o filé mignon ou a alcatra são as escolhas mais equilibradas.

Qual a melhor técnica de cozimento para preservar sabor e nutrientes?

Estudos recentes demonstram que a selagem (searing) em alta temperatura por 2‑3 minutos de cada lado cria uma crosta Maillard que intensifica o sabor sem comprometer significativamente a proteína. A pesquisa de Yoo JH et al. (2020) mostrou que steaks selados mantêm maior teor de aminoácidos essenciais e apresentam textura mais macia em comparação ao cozimento prolongado em baixa temperatura.

  • Passo 1: Tempere a carne com sal e pimenta apenas antes de selar.
  • Passo 2: Aqueça a frigideira (ou grelha) até que o óleo comece a fumegar.
  • Passo 3: Selar cada lado por 2‑3 minutos, ajustando o tempo conforme a espessura.
  • Passo 4: Deixe a carne descansar 5‑7 minutos antes de cortar, permitindo que os sucos redistribuam.

Para quem prefere o ponto ao ponto ou médio, basta reduzir o tempo de selagem e finalizar em forno a 180 °C por 5‑7 minutos, sempre monitorando a temperatura interna (55 °C para ao ponto, 60 °C para médio).

Quais cuidados sanitários devo ter ao consumir steak cru ou mal passado?

O consumo de carne crua, como steak tartare, aumenta o risco de contaminação por Listeria monocytogenes. O estudo de Hluchanova L. et al. (2022) avaliou amostras de steak tartare embaladas a vácuo e constatou que a aplicação de bactericida listex™ P100 reduziu em até 99 % a presença de Listeria. No Brasil, recomenda‑se adquirir carne de fornecedores certificados, manter a cadeia de frio e consumir o prato dentro de 24 horas após o preparo.

Quais acompanhamentos brasileiros combinam bem com steak?

Além das tradicionais batatas, a culinária nacional oferece opções nutritivas e saborosas:

  • Arroz integral com farofa de mandioca: fornece fibras e reduz o índice glicêmico da refeição.
  • Legumes grelhados (abobrinha, berinjela, pimentão): aportam vitaminas A, C e antioxidantes.
  • Salada de folhas verdes com vinagrete de limão: adiciona micronutrientes e ajuda na digestão.

Essas combinações equilibram a proteína do steak com carboidratos complexos e micronutrientes essenciais.

Como incluir steak na rotina sem exagerar nas calorias?

Para quem segue um plano de manutenção ou emagrecimento, a regra geral é consumir até 150 g de steak por refeição, o que equivale a aproximadamente 30 g de proteína. Essa porção encaixa-se em dietas com ingestão calórica de 1.800‑2.200 kcal/dia, desde que acompanhada de vegetais e carboidratos de baixo índice glicêmico.

É fundamental consultar um nutricionista ao planejar a frequência de consumo, principalmente se houver condições clínicas como hipertensão ou colesterol elevado.

Por onde começar com segurança

Inicie experimentando cortes magros, selando rapidamente e combinando com vegetais frescos. Avalie sua tolerância e, se necessário, ajuste o ponto de cozimento para evitar consumo excessivo de gorduras. Sempre procure orientação profissional ao introduzir steak em dietas específicas ou ao preparar pratos crus.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, e não substitui orientação profissional. Consulte sempre um(a) nutricionista, médico(a) ou educador(a) físico(a) antes de adotar dietas, suplementos ou rotinas de exercício, especialmente se você tem condições de saúde preexistentes, está grávida, amamentando ou tem menos de 18 anos. Resultados individuais variam.

Perguntas frequentes

Qual corte de steak tem menos gordura?
O filé mignon costuma ter o menor teor de gordura entre os cortes mais consumidos no Brasil, sendo ideal para dietas de baixa caloria.
Como selar steak sem perder nutrientes?
Aqueça a frigideira bem quente, sele cada lado por 2‑3 minutos e deixe a carne descansar; esse método preserva proteínas e cria sabor intenso.
Steak tartare é seguro para comer?
Só se a carne for de fornecedor confiável, mantida refrigerada e consumida em até 24 h; o uso de bactericidas como Listex™ P100 pode reduzir o risco de Listeria.

Fontes e pesquisas

Artigos científicos e pesquisas consultadas sobre steak.

🔬 Estudos internacionais (PubMed)

Estas fontes foram consultadas automaticamente. Este artigo não substitui orientação profissional.

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