Como Lauralie Chapados trabalha a hipertrofia de glúteos?
A preparação para o palco de elite exige precisão absoluta. Lauralie Chapados, um dos nomes mais fortes da categoria Bikini, revelou recentemente os três pilares de sua rotina de treino focada em hipertrofia de glúteos, visando o próximo desafio no Pittsburgh Pro. A atleta, que já conquistou o topo do Olympia, utiliza uma combinação estratégica de carga e volume para manter a densidade muscular necessária para a competição.
Para quem busca resultados estéticos, entender que a hipertrofia é um processo adaptativo é fundamental. Estudos recentes, como os publicados na Biomedica (2019), sugerem que variações no treinamento de força, incluindo treinos em condições específicas, podem otimizar a resposta muscular. No caso de Chapados, a escolha dos exercícios reflete uma busca por isolamento e ativação máxima.
Os 3 exercícios favoritos de Lauralie Chapados
A atleta prioriza movimentos que permitem amplitude e tensão constante. Abaixo, listamos a seleção que ela utiliza para esculpir a região glútea:
- Reverse Hack Squat: 3 séries de 15 repetições. Este exercício permite um foco maior na cadeia posterior, reduzindo a sobrecarga excessiva nos quadríceps.
- Passada (Reverse Lunges): 3 séries de 15 repetições. Excelente para estabilidade e recrutamento unilateral.
- Elevação Pélvica Unilateral (Single Leg Hip Thrust): 3 séries de 12 repetições. Essencial para o isolamento do glúteo máximo.
A nutrição como aliada do volume muscular
Não existe hipertrofia sem o suporte nutricional adequado. Chapados, sob orientação de treinadores de renome como Charles Glass, ajustou sua ingestão calórica para garantir que o corpo tenha energia suficiente para a recuperação pós-treino. Curiosamente, a atleta aumentou o consumo de carboidratos recentemente, mantendo as gorduras em cerca de 61 gramas diárias para equilibrar o perfil hormonal.
Embora a dieta de uma atleta de fisiculturismo seja altamente personalizada, a base da hipertrofia em qualquer nível envolve o ajuste fino de macronutrientes. É importante ressaltar que as necessidades calóricas variam conforme o preparo, o peso corporal e a intensidade do treino de cada indivíduo.
Considerações sobre a hipertrofia no cenário científico
O termo hipertrofia é frequentemente associado ao ganho estético, mas possui implicações clínicas importantes. Pesquisas brasileiras, como as encontradas nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia (2026), frequentemente abordam a hipertrofia em contextos patológicos, como a cardiomiopatia hipertrófica. É vital distinguir que a hipertrofia muscular esquelética, induzida pelo exercício, é uma adaptação fisiológica distinta da hipertrofia cardíaca ou patológica, que exige monitoramento médico constante.
| Fator | Impacto na Hipertrofia |
|---|---|
| Volume de Treino | Crucial para sinalização de crescimento |
| Ingestão Proteica | Base para reparo das fibras musculares |
| Descanso | Onde a síntese proteica realmente ocorre |
Lauralie Chapados demonstra que, mesmo no topo do esporte, a consistência nos movimentos básicos e o ajuste inteligente da dieta são o que separam as campeãs das demais competidoras. O foco agora é o Olympia, onde a qualidade muscular será, novamente, o diferencial decisivo.
Pontos-chave
- A hipertrofia de glúteos exige variações de exercícios unilaterais para maior isolamento.
- Aumentar a ingestão de carboidratos pode ser uma estratégia para garantir plenitude muscular em fases de pré-contest.
- A hipertrofia muscular esquelética é uma adaptação saudável ao estresse mecânico do treino, diferente de condições clínicas.
- A disciplina com a dieta e o ajuste de macros são tão cruciais quanto a execução correta dos movimentos na academia.


