William Ball quebra recorde mundial de potência no powerlifting 2026
TL;DR: O jovem americano William Ball levantou 335 kg no squat, 217,5 kg no bench e 375 kg no deadlift, somando 927,5 kg – novo recorde de potência tanto na categoria Open quanto Junior da IPF.
Se você está começando a treinar força, entender como a potência é medida e quais estratégias levaram a esse feito pode ser mais útil que qualquer dica de “levante pesado”. A potência, que combina força e velocidade, é o que realmente diferencia um recordista de um praticante casual.
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O que é potência no contexto do powerlifting?
Potência é a capacidade de gerar força rapidamente; no levantamento, isso se traduz em explosão no início do movimento. Estudos como o de Silva et al. (2021) na SciELO mostram que atletas com maior taxa de desenvolvimento de força (RFD) têm melhor desempenho em competições de alta carga.
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Como William Ball estruturou seu treino para maximizar potência?
Ele combinou sessões de força máxima com trabalhos de velocidade, como squat com carga de 70 % do 1RM executado em 2 segundos. Essa abordagem de “potência‑first” permite adaptar o sistema neuromuscular ao ritmo exigido nas competições.
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Detalhes dos lifts que bateram recorde
Os números impressionantes de William são resumidos na tabela abaixo. Cada tentativa foi planejada para aumentar gradualmente a carga, evitando picos de fadiga.
Evento Melhor tentativa Recorde anterior Squat 335 kg (738,5 lb) 331 kg (Anatolii Novopismennyi, 2019) Bench Press 217,5 kg (479,5 lb) 215 kg (World Junior PR, 2025) Deadlift 375 kg (826,7 lb) 370 kg (Emil Krastev, 2024) Total 927,5 kg (2.044,8 lb) 920 kg (Emil Krastev, 2026) Esses números não são apenas maiores; eles refletem uma melhoria de 1,8 % no total de potência comparado ao recorde anterior.
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Alimentos brasileiros que ajudam a melhorar a potência
Para quem treina força, a alimentação pode ser um aliado direto da potência muscular. A TACO (Tabela Brasileira de Composição de Alimentos) indica que certos alimentos são ricos em nutrientes que favorecem a produção de ATP e a recuperação neuromuscular.
- feijão preto – 8 g de proteína e 5 g de carboidrato por 100 g.
- arroz integral – 2,6 g de proteína + 23 g de carboidrato, fornecendo energia sustentada.
- banana – 1,3 g de proteína + 23 g de carboidrato, rica em potássio para contração muscular.
- peito de frango – 31 g de proteína por 100 g, essencial para reparo muscular.
Combinar essas fontes em refeições pré‑treino pode melhorar a capacidade de gerar força explosiva.
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Importância do acompanhamento profissional
Mesmo com a inspiração de recordes como o de William, a progressão segura exige avaliação periódica por um treinador qualificado e, preferencialmente, acompanhamento de um fisioterapeuta ou médico esportivo pelo menos uma vez ao ano.
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Erros comuns que podem sabotar seu ganho de potência
Negligenciar o descanso, usar carga excessiva sem técnica refinada ou pular o aquecimento específico para explosão são armadilhas frequentes. A ciência recomenda sessões de mobilidade e ativação de glúteos antes de cada treino pesado.
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Próximos passos para quem quer seguir o caminho de William
Comece monitorando sua taxa de desenvolvimento de força (RFD) em lifts submáximos, ajuste a periodização para incluir blocos de potência e mantenha um diário de treinos. Assim, você cria a base para evoluir de forma mensurável.
Por onde começar com segurança
Iniciar uma jornada de potência requer mais do que simplesmente “levantar mais”. Primeiro, avalie sua técnica com um treinador certificado. Segundo, incorpore exercícios de velocidade como saltos e lançamentos de bola medicinal. Por fim, ajuste a nutrição para garantir energia suficiente e recuperação adequada.
Lembre‑se: a potência é fruto da combinação entre força, velocidade e estratégia nutricional. Se você seguir essas diretrizes, estará no caminho certo para alcançar resultados impressionantes – quem sabe, até quebrar seu próprio recorde.


