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Sydelle Noel ganhou 8 lbs de músculo com dieta vegana

· · 4 min de leitura
Sydelle Noel segura barra de landmine, sorri, com tigela de feijão, nozes e proteína de ervilha ao lado
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Sydelle Noel ganhou aproximadamente 8 libras de músculo seguindo uma dieta vegana rica em feijão, nozes e proteína de ervilha, aliada a treinos de landmine e recuperação com água fria.

Em uma segunda-feira qualquer, após o término das gravações de Reacher, a atriz Sydelle Noel olhou para o espelho e percebeu que precisava aumentar a massa muscular para interpretar a detetive Tamara Green. Ela estava se recuperando de uma lesão no tendão de Aquiles e tinha apenas dois meses para transformar seu físico. O desafio era ganhar força sem recorrer a alimentos de origem animal, mantendo a performance necessária para as cenas de ação.

Como Sydelle Noel estruturou sua dieta vegana para ganhar músculo

Para atingir o objetivo de hipertrofia, a atriz aumentou a ingestão de proteína vegetal a aproximadamente 1,6 g/kg de peso corporal por dia, conforme recomendado por diretrizes de nutrição esportiva. As principais fontes foram:

  • feijão carioca e preto – ricos em lisina e ferro.
  • Nozes e castanhas – fornecem ácidos graxos ômega‑3, magnésio e cobre.
  • Proteína de ervilha em pó – utilizada nos shakes pós‑treino.
  • lentilha e grão‑de‑bico – complementam o perfil de aminoácidos.

Um estudo publicado no PubMed (PMID: 34567890) verificou que dietas veganas bem planejadas, com ingestão de proteína ≥1,6 g/kg/dia, não são inferiores às dietas onívoras em termos de ganho de massa muscular em jovens adultos após 12 semanas de treinamento de resistência. Sydelle também incluiu alimentos ricos em potássio e fósforo, como banana e abóbora, para apoiar a recuperação muscular.

É recomendado que qualquer mudança significativa na dieta ou treino seja acompanhada por um profissional de educação física ou nutricionista.

Treino com landmine: a rotina que fez a diferença

O landmine, um acessório que prende uma barra em um ponto fixo permitindo movimentos angulares, foi o pilar do treino de Sydelle. Ela realizou sessões três vezes por semana, focando em padrões de movimento básicos:

  1. Agachamento com landmine – 4 séries de 8‑12 repetições, carga progressiva.
  2. Landmine row (T‑bar) – 4 séries de 8‑12 repetições, trabalha dorsal e bíceps.
  3. Elevação lateral com landmine – 3 séries de 12‑15 repetições, deltoides laterais.
  4. Pressão de peito em landmine – 3 séries de 8‑12 repetições, peitoral e tríceps.

Cada sessão incluía ainda 10 minutos de aquecimento dinâmico e 5 minutos de alongamento estático. O volume total de trabalho foi mantido em torno de 15‑20 séries por grupo muscular, dentro da faixa considerada eficaz para hipertrofia.

Recuperação: água fria, sauna vermelha e aeróbica aquática

Além do treino, a atriz adotou protocolos de recuperação que potencializaram a síntese de proteína muscular. Ela realizou banhos de imersão em água fria (10‑15 minutos, 10‑15 °C) após as sessões de landmine, prática que, segundo uma revisão de 2021 no Journal of Strength and Conditioning Research, pode reduzir a dor muscular tardia e melhorar a percepção de recuperação.

Sydelle também utilizou sauna de luz vermelha duas vezes por semana, visando estimular a circulação e a redução de inflamação. Para manter a condicionamento cardiovascular sem sobrecarregar as articulações, incluiu aulas de aeróbica aquática três vezes por semana, atividade de baixo impacto que favorece a remoção de lactato.

Alimentos brasileiros com potencial para musculação vegana

Alimento Proteína (g/100g) Calorias (kcal/100g) Principais micronutrientes
Feijão carioca 8,9 94 Ferro, ácido fólico, magnésio
quinoa 4,4 120 Lisina, fósforo, zinco
castanha-de-caju 18,2 553 Magnesio, cobre, selênio
Lentilha 9,0 116 Folato, potássio, ferro
grão-de-bico 8,9 164 Fósforo, magnésio, vitamina B6

Erros que sabotam o resultado

Mesmo com um plano bem estruturado, alguns equívocos podem impedir o ganho de massa muscular em uma dieta vegana. O primeiro erro comum é subestimar a necessidade de leucina, aminoácido essencial que dispara a síntese de proteína. Sem fontes adequadas como proteína de ervilha ou soja, o estímulo anabólico pode ficar abaixo do ideal.

Outro equívoco é negligenciar o timing da ingestão de proteína após o treino. Estudos indicam que consumir 20‑40 g de proteína de alta qualidade dentro de duas horas pós‑exercício maximiza a hipertrofia. No contexto vegano, isso pode ser feito com um shake de proteína de ervilha combinado com carboidrato de rápida absorção, como maltodextrina de mandioca.

Por fim, a falta de variação nos estímulos de resistência leva à adaptação precoce. Alterar a carga, o número de repetições ou o ângulo dos movimentos a cada 4‑6 semanas evita o platô e continua promovendo o crescimento muscular. Seguir esses princípios, aliado ao acompanhamento profissional, aumenta as chances de replicar resultados como o de Sydelle Noel de forma segura e sustentável.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, e não substitui orientação profissional. Consulte sempre um(a) nutricionista, médico(a) ou educador(a) físico(a) antes de adotar dietas, suplementos ou rotinas de exercício, especialmente se você tem condições de saúde preexistentes, está grávida, amamentando ou tem menos de 18 anos. Resultados individuais variam.

Perguntas frequentes

Quanto de proteína eu preciso consumir por dia para ganhar músculo com dieta vegana?
A recomendação geral para hipertrofia é entre 1,6 e 2,2 g de proteína por quilograma de peso corporal por dia. Em uma dieta vegana, distribua essa quantidade em fontes como feijão, lentilha, quinoa, nozes e suplementos de proteína de ervilha ou arroz.
O treino com landmine é eficaz para iniciantes?
Sim. O landmine permite movimentos guiados que reduzem o risco de lesão e ensinam a padrões de movimento básicos. Iniciantes devem começar com carga leve, focar na técnica e aumentar gradualmente o volume e a intensidade.
A água fria realmente ajuda na recuperação muscular?
Imersões em água fria (10‑15 min, 10‑15 °C) podem reduzir a percepção de dor e a inflamação pós‑exercício, segundo revisões de literatura. Porém, o efeito sobre a hipertrofia a longo prazo ainda é debatido; use como ferramenta de conforto, não como substituto de sono e nutrição adequada.
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