Jordan Hutchinson levou a coroa do Men’s Open no Mr. Big Evolution Portugal Pro 2026, realizado em Estoril, Portugal, com 8 pontos de vantagem sobre o segundo colocado.
Comparativo dos vencedores por divisão
| Divisão | Vencedor | País | Pontuação |
|---|---|---|---|
| Men’s Bodybuilding Open | Jordan Hutchinson | USA | 8 |
| Men’s 212 Bodybuilding | Nihat Kaya | Turkey | 3 |
| Men’s Classic Physique | Cezar Falcao | Brazil | 3 |
| Men’s Physique | Sidy Pouye | Spain | 3 |
| Women’s Bodybuilding | Alcione Santos Barreto | Brazil | 3 |
| Women’s Figure | Sara Pozzer | Italy | 3 |
| Women’s Bikini | Ivanna Escandar | Spain | 3 |
Qual escolher pro seu caso
Não existe “tamanho único” no bodybuilding; a escolha da divisão depende de fatores como estrutura óssea, experiência de treinamento e metas estéticas. Veja alguns cenários típicos:
- Divisão Open (masculina): Ideal para quem tem mais de 90 kg de massa magra e busca o maior volume muscular possível.
- 212: Boa para atletas que ficam entre 80 kg e 95 kg; permite competir com um limite de peso, favorecendo definição.
- Classic Physique: Recomendado para quem prefere linhas mais “clássicas”, com cintura fina e simetria reminiscentes dos anos 70.
- Physique (masculina) e Bikini (feminina): Focam mais em estética de praia, com menor volume muscular e maior ênfase na definição.
- Bodybuilding feminino: Exige alta densidade muscular e baixa gordura corporal; indicado para atletas que já treinam há anos e têm suporte nutricional avançado.
Antes de decidir, avalie seu histórico de lesões, disponibilidade de tempo para treinos de alta frequência e a tolerância a dietas restritivas. Um acompanhamento profissional (nutricionista e treinador) pelo menos uma vez por mês é essencial para ajustar macro‑nutrientes, volume de treino e prevenir sobrecarga.
Alimentos brasileiros com bodybuilding
Segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO), alguns alimentos são ótimos para quem busca hipertrofia:
| Alimento | proteína (g/100 g) | Carboidrato (g/100 g) | Gordura (g/100 g) |
|---|---|---|---|
| feijão preto cozido | 8,9 | 22,8 | 0,5 |
| Arroz integral | 2,6 | 23,5 | 1,2 |
| peito de frango grelhado | 31,0 | 0,0 | 3,6 |
| Ovo inteiro | 13,0 | 0,7 | 10,6 |
| Banana prata | 1,2 | 22,8 | 0,3 |
Esses itens combinam bem com as recomendações de macronutrientes descritas por Helms et al. (2014) para preparação de competidores de bodybuilding, que sugerem 2,3‑3,0 g de proteína/kg de peso corporal por dia.
Erros que sabotam o resultado
Mesmo atletas experientes podem cair em armadilhas que comprometem a performance no palco:
- Excesso de cardio antes da fase de pico: pode acelerar a perda de massa magra, reduzindo a densidade muscular.
- Dietas extremamente hipocalóricas sem periodização: aumentam o risco de catabolismo e comprometem a saúde renal, conforme estudo de Tidmas et al. (2022).
- Negligenciar a fase de “peak week”: manipulação inadequada de água e sódio pode causar retenção de líquidos e aspecto “inchado”.
- Automedicação com esteróides ou suplementos não testados: além de ilegais, elevam a mortalidade em atletas de bodybuilding (Vecchiato et al., 2025).
Para evitar esses erros, siga um plano estruturado, monitore biomarcadores (ex.: creatinina, taxa de proteína) e mantenha contato regular com profissionais de saúde.
Quem pode e quem deve evitar
O bodybuilding competitivo exige disciplina rigorosa e pode não ser indicado para todos. Pessoas com histórico de doenças cardiovasculares, renais ou distúrbios alimentares devem buscar avaliação médica antes de iniciar um programa de preparação. Atletas iniciantes podem começar em categorias menos restritivas (ex.: Physique) para desenvolver técnica de pose e controle nutricional antes de migrar para Open ou Classic.
Importante: a prática de bodybuilding deve ser acompanhada por um profissional de educação física e, quando houver uso de suplementação avançada, por um nutricionista esportivo, pelo menos uma vez ao mês.


