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Core forte após 60: 4 exercícios que superam crunches

· · 3 min de leitura
Idoso em roupa esportiva executando Bird Dog, com colchonete azul e halteres ao fundo
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Para quem tem mais de 60 anos, quatro exercícios – Bird Dog, Glute Bridge, Dead Bug e Forearm Plank – são mais eficazes e seguros que os tradicionais crunches.

Como fazer

  1. Bird Dog
    1. Comece em posição de quatro apoios, com mãos alinhadas aos ombros e joelhos aos quadris.
    2. Estenda simultaneamente o braço esquerdo à frente e a perna direita para trás, mantendo a coluna neutra.
    3. Mantenha a posição por 2 a 3 segundos, depois retorne ao ponto de partida.
    4. Alterne os lados, completando 8 a 12 repetições por lado.
  2. Glute Bridge
    1. Deite-se de costas, joelhos dobrados e pés apoiados ao chão, na largura dos quadris.
    2. Eleve os quadris pressionando os calcanhares, formando uma linha reta da cabeça aos calcanhares.
    3. Contraia os glúteos e segure 2 segundos no topo.
    4. Desça controladamente e repita 10 a 15 vezes.
  3. Dead Bug
    1. Deite-se de costas, braços estendidos ao teto e joelhos a 90°.
    2. Pressione a lombar contra o colchão enquanto estende o braço direito e a perna esquerda.
    3. Retorne ao centro e repita com o lado oposto.
    4. Execute 8 a 12 repetições por lado, focando na estabilidade.
  4. Forearm Plank
    1. Posicione os antebraços no chão, cotovelos alinhados sob os ombros.
    2. Alinhe o corpo da cabeça aos calcanhares, contraindo abdômen e glúteos.
    3. Mantenha a postura por 20 a 30 segundos, aumentando gradualmente o tempo.
    4. Repita 3 séries, respeitando o limite de desconforto.

Erros comuns

  • Arco excessivo na lombar ao fazer o Bird Dog ou o Plank, que sobrecarrega a coluna.
  • Elevação parcial dos quadris no Glute Bridge, reduzindo a ativação dos glúteos.
  • Movimento rápido no Dead Bug, que impede a contração profunda do core.
  • Segurar a respiração durante os exercícios, diminuindo a estabilidade.

Dicas avançadas

Para quem já domina a sequência básica, algumas variações podem intensificar o estímulo sem comprometer a segurança:

  • Adicionar resistência elástica ao Bird Dog (faixa de resistência ao redor da coxa).
  • Realizar o Glute Bridge com um pé elevado em um banco, focando em cada lado separadamente.
  • Incorporar contração isométrica de 5 segundos no Dead Bug antes de trocar de lado.
  • Elevar um braço ou perna no Forearm Plank para desafiar ainda mais o equilíbrio.

Alimentos brasileiros que favorecem a saúde do core

Embora o foco seja o treino, a nutrição também colabora para um core mais forte. Alguns alimentos típicos do Brasil são ricos em nutrientes que sustentam a musculatura e a integridade da coluna:

AlimentoPrincipal nutrienteBenefício para o core
feijão pretoProteína + ferroContribui para a reparação muscular e prevenção de fadiga.
QuinoaProteína completaFornece aminoácidos essenciais para a síntese de fibras musculares.
AbacateGorduras monoinsaturadasAuxilia na absorção de vitaminas D e K, essenciais para a saúde óssea.
EspinafreMagnésioMelhora a contração muscular e reduz cãibras.

Consulte um nutricionista para adequar as porções ao seu plano alimentar.

Por onde começar com segurança

Antes de iniciar qualquer programa de fortalecimento, é fundamental passar por avaliação médica e, se possível, contar com o acompanhamento de um profissional de educação física pelo menos uma vez por mês. Isso garante que a execução esteja correta e que o volume de treino seja adequado ao seu nível de condicionamento.

Estudos como o de Hibbs et al. (2008) demonstram que a estabilidade do core está diretamente ligada à melhora de desempenho em atividades cotidianas, enquanto pesquisas brasileiras, como a revisão de Silva et al. (2022, SciELO), apontam redução de quedas em idosos que praticam treinos de core 3 vezes por semana.

Incorpore esses quatro movimentos na sua rotina 2 a 3 vezes por semana, aumente a carga gradualmente e observe como a postura, o equilíbrio e a confiança no dia a dia evoluem.

Aviso médico

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional, e não substitui orientação profissional. Consulte sempre um(a) nutricionista, médico(a) ou educador(a) físico(a) antes de adotar dietas, suplementos ou rotinas de exercício, especialmente se você tem condições de saúde preexistentes, está grávida, amamentando ou tem menos de 18 anos. Resultados individuais variam.

Perguntas frequentes

Qual a melhor frequência para treinar core após os 60 anos?
Treinar 2 a 3 vezes por semana, com pelo menos 48 horas de descanso entre as sessões, costuma ser suficiente para melhorar força e estabilidade.
Posso fazer esses exercícios se tenho dor nas costas?
Sim, desde que a dor não seja aguda. É essencial manter a coluna neutra e, se houver desconforto, consultar um fisioterapeuta antes de prosseguir.
Esses exercícios substituem o uso de aparelhos de academia?
Eles são eficazes por si mesmos, mas podem ser complementados com máquinas de resistência se o objetivo for aumentar a carga progressivamente.

Fontes e pesquisas

Artigos científicos e pesquisas consultadas sobre core.

🔬 Estudos internacionais (PubMed)

Estas fontes foram consultadas automaticamente. Este artigo não substitui orientação profissional.

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