Por que a hipertrofia é o coração da Classic Physique 2026?
Em resumo, a Classic Physique premia quem combina estética, simetria e, sobretudo, massa muscular bem desenvolvida – ou seja, hipertrofia de qualidade.
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Ramon ‘Dino’ Queiroz – o campeão que quer mais largura nas costas.
Depois de defender o título em 2025, Dino recebeu feedback para ampliar a largura e o detalhe da região dorsal. Essa demanda de hipertrofia específica orienta seu off‑season, focando em exercícios como remada curvada e pull‑ups.
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Mike ‘Badass’ Sommerfeld – superou um corte drástico de peso para voltar ao palco.
Em 2025, ele perdeu 14 libras em dois dias para atender ao limite de peso/altura. Agora, seu plano de hipertrofia prioriza volume moderado e alta frequência para recuperar massa sem sacrificar a definição.
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Terrence ‘Ruff Diesel’ Ruffin – mestre do posing e da hipertrofia de alta densidade.
Ruffin venceu o Arnold Classic e tem foco em treinos de alta carga (4‑6 repetições) para densificar fibras musculares, estratégia comprovada em estudos de resistência em hipóxia (Fernández‑Lázaro et al., 2019).
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Wesley Vissers – a "Oak" holandesa que aposta na plenitude das pernas.
Vissers acredita que pernas volumosas são seu trunfo; ele incorpora squat profundo e extensões de quadríceps, seguindo protocolos que maximizam a hipertrofia de fibra tipo II.
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Niall Darwen – duas vitórias consecutivas que demonstram consistência hipertrofíca.
Os triunfos no New York e Pittsburgh Pro mostram que a combinação de volume (8‑12 rep) e periodização de carga tem funcionado para ele.
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Anton Ratushnyi – jovem talento que traz frescor muscular ao cenário.
Com vitórias no Tournament of Champions e Southern Muscle Showdown, Anton aposta em treinos de alta frequência (5‑6 vezes/semana) para estimular a síntese proteica contínua.
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Matt Greggo – destaque nas pernas e vascularização.
Seu condicionamento vascular indica que a hipertrofia capilar — aumento de capilares ao redor das fibras — pode ser tão importante quanto o volume total.
Tabela resumida dos principais concorrentes
| Atleta | País | Foco de hipertrofia |
|---|---|---|
| Ramon Dino | Brasil | Costas e detalhe |
| Mike Sommerfeld | EUA | Recuperação pós‑corte |
| Terrence Ruffin | EUA | Densidade muscular |
| Wesley Vissers | Holanda | Plenitude das pernas |
| Niall Darwen | Reino Unido | Consistência de volume |
| Anton Ratushnyi | EUA | Frequência alta |
| Matt Greggo | EUA | Vascularização e volume de pernas |
Alimentos brasileiros que favorecem a hipertrofia
- feijão preto (100 g) – cerca de 21 g de proteína e 8 g de fibras, auxilia na síntese proteica e na saúde intestinal.
- arroz integral (100 g) – fornece 2,6 g de proteína e carboidratos de absorção lenta, essencial para reposição de glicogênio.
- carne bovina magra (100 g) – 26 g de proteína de alto valor biológico, rica em creatina natural.
- ovo inteiro (1 unidade) – 6 g de proteína + colina, importante para a recuperação muscular.
- banana (1 unidade média) – 27 g de carboidrato, ajuda a repor glicogênio pós‑treino.
Esses alimentos são facilmente encontrados nas feiras e mercados brasileiros, permitindo que atletas amadores construam uma base nutricional sólida para hipertrofia.
Por onde começar com segurança
Se o objetivo é ganhar massa como os atletas da Classic Physique, siga estas orientações:
- Planeje um programa de treinamento que inclua 3‑4 sessões de hipertrofia por grupo muscular, usando repetições entre 8‑12 e carga de 70‑80 % do 1RM.
- Alimente‑se com fontes de proteína de alta qualidade (mínimo 1,6 g/kg de peso) e carboidratos complexos para sustentar o volume de treino.
- Priorize a recuperação: durma pelo menos 7‑8 h por noite e faça avaliações periódicas com um profissional de educação física ou fisioterapeuta.
- Considere estratégias avançadas, como treinos em hipóxia intermitente, que já mostraram efeito positivo na hipertrofia muscular (Fernández‑Lázaro et al., 2019).
- Monitore a saúde cardiovascular; estudos brasileiros destacam a importância de avaliar a hipertrofia cardíaca para evitar sobrecarga (Cunha, 2021).
Lembre‑se: a hipertrofia estética exige disciplina, mas também acompanhamento profissional. Consulte um treinador qualificado ao menos uma vez por mês para ajustar carga, volume e periodização.


